Pular para o conteúdo

Minhas maratonas de séries, leituras e tudo mais que acompanhei em julho

por Jess Borba

Em julho de 2026, dividi meu tempo entre maratonas de séries como Outlander e Desperate Housewives, leituras intensas como as memórias de Patti Smith e Ozzy Osbourne, além de acompanhar vários podcasts e vídeos no YouTube.

Julho foi um mês cheio de coisas que li, vi e ouvi. Dividi meu tempo entre maratonas de séries, livros e vários vídeos na internet.

Nas séries, terminamos a sétima temporada de Desperate Housewives, que adoro do início ao fim, e finalmente fechamos a primeira temporada de Brooklyn 99. Também mergulhei em Outlander, que comecei no finalzinho de junho quando operei e terminei a primeira e a segunda temporada em julho. É uma série bem pesada, com muitas cenas de guerra e sangue, mas confesso que estou completamente viciada nos detalhes e figurinos, dando depois uma pausa para assistir a Elle: Legalmente Loira.

Nos filmes, vi Devoradores de Estrelas com o Rafa e nós dois adoramos a vibe espacial com o Ryan Gosling. Curti demais A Odisseia pelo visual e pelas atuações, especialmente a do Robert Pattinson. E fui atrás de Midnight Cowboy por causa da minha leitura, achando um filme pesado e antigo que ganhou o Oscar em 1970.

As leituras foram interessantes. Li Just Kids, as memórias da Patti Smith que retratam a Nova York artística dos anos 70 e o Chelsea Hotel, lendo pelo celular.

Também li Eu Sou Ozzy, que mostra a vida do Ozzy Osbourne sem filtros; adorei como artista, mas fiquei com bastante ranço de algumas histórias de maus-tratos a animais. Concluí ainda o romance A Hipótese do Amor e devorei o livro de fotografia do Alexander McQueen, estilista do qual inclusive tenho uma bota comprada em um brechó online.

Na música, meu ranking teve Ed Sheeran em terceiro, Benson Boone em segundo e minha amadíssima Lady Gaga liderando. Não pude deixar de comentar no vídeo sobre a magreza no clipe de Petal da Ariana Grande.

Nos podcasts e YouTube, acompanhei de tudo um pouco. Vi o Rodrigo Góes no quadro de 1 natural versus 31 harmonizados, o Eliezer no Flow, e as reflexões do De Repente Cringe.

No Inteligência Ltda, adorei os vídeos de sobrevivência na selva — aprendi que todo mundo deveria levar um apito para a trilha —, além de acompanhar a Lia Sera, as cores de moda no Hypnotique e a Laura no Nunca Vi 1 Cientista. Fechei o mês vendo a pausa da Emma Chamberlain, a treta da Karen Bachini e os alertas da Ju Cassini.